Postagens

Mostrando postagens com o rótulo soberania de deus

Resenha livro de Augustus Nicodemus Lopes: O que você precisa saber sobre Batalha Espiritual

Imagem
  Autor: Augustus Nicodemus Lopes Área: Teologia Pastoral e Bíblica Editora: Vida Nova A obra O que você precisa saber sobre Batalha Espiritual apresenta uma abordagem bíblica e teologicamente responsável acerca de um tema amplamente explorado no meio evangélico contemporâneo, muitas vezes marcado por excessos e práticas desvinculadas do texto das Escrituras. Augustus Nicodemus Lopes propõe uma leitura equilibrada, fundamentada na exegese do Novo Testamento e na tradição reformada, afastando-se tanto do sensacionalismo espiritual quanto da negação da realidade do conflito espiritual. O autor estrutura sua argumentação partindo da definição bíblica de batalha espiritual, demonstrando que o Novo Testamento não enfatiza rituais, fórmulas ou confrontos místicos diretos, mas a centralidade da obra de Cristo, a autoridade das Escrituras e a vida de santidade como elementos fundamentais do combate espiritual cristão. Textos como Efésios 6, Colossenses 2 e Tiago 4 são analisados co...

Resenha livro de R.C. Sproul - eleitos de Deus

Imagem
  Autor: R. C. Sproul Área: Teologia Sistemática – Soteriologia Editora: Fiel A obra Eleitos de Deus , de R. C. Sproul, constitui um dos textos contemporâneos mais relevantes para a compreensão da doutrina da eleição à luz da tradição reformada clássica. Com rigor teológico e clareza pedagógica, o autor se propõe a tratar um dos temas mais debatidos e, por vezes, mal compreendidos da soteriologia cristã, fundamentando sua argumentação prioritariamente na exegese bíblica. Sproul estrutura o livro de modo progressivo, iniciando com a exposição da santidade de Deus como atributo central para a compreensão da eleição. A partir desse fundamento, o autor demonstra que a eleição não pode ser analisada isoladamente, mas deve ser compreendida dentro do arcabouço maior da soberania divina, da depravação humana e da graça eficaz. O texto dialoga com passagens centrais das Escrituras, especialmente Romanos 9, Efésios 1 e João 6, sempre buscando respeitar o contexto literário e teológico...

Quando o futuro não nos pertence

Imagem
  Na Epístola de Tiago , o autor traz a fé para o chão da vida diária. Um dos pontos mais sensíveis desse confronto é o modo como planejamos . Tiago não condena organização, trabalho ou projetos; ele confronta a presunção — a tentativa de conduzir o amanhã como se Deus fosse dispensável. O ensino é antigo, mas extremamente atual: planejar sem referência ao Senhor revela uma fé desconectada da realidade espiritual. A cena cotidiana que revela o coração Tiago descreve pessoas que dizem: “Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e teremos lucros” (Tg 4.13, ARA ). Nada parece errado. Tudo soa responsável, produtivo e estratégico. O problema não está no planejamento, mas na ausência de Deus do discurso e do coração. O amanhã é tratado como garantido; o tempo, como propriedade humana. A parábola do vapor: lucidez espiritual Para corrigir a presunção, Tiago oferece uma imagem breve e poderosa: “Sois apenas como neblina que aparece por instante ...

Gênesis não começa com o tempo, mas com ordem

Imagem
O silêncio teológico de Gênesis 1:1–2 e a soberania que antecede tudo Quando abrimos a Bíblia em Gênesis 1:1 , somos tentados a ler o texto com lentes modernas: “No princípio” parece, à primeira vista, uma afirmação científica sobre o início do tempo. No entanto, a tradição exegética clássica — especialmente aquela preservada em Gênesis: Introdução e Comentário — nos convida a algo mais profundo e reverente: Gênesis não se apressa em explicar quando tudo começou, mas se concentra em afirmar quem governa tudo o que existe. Esse detalhe, frequentemente ignorado, é decisivo. O texto bíblico não inaugura a Escritura com cronologias, medições ou disputas cósmicas. Ele começa com autoridade , ordem e intencionalidade . O que o texto hebraico realmente diz O hebraico de Gênesis 1:1–2 apresenta uma estrutura simples e poderosa. Não há descrição de batalha, nem genealogia de deuses, nem personificação do caos. Encontramos, sim, a expressão tohu va-bohu , geralmente traduzida como “sem...

Resenha livro: ansiedade de Watchmann Nee

Imagem
Autoria: Watchman Nee Título original: Anxiety (compilação de mensagens) Data de publicação: Década de 1940 Tema central: Ansiedade como questão espiritual, descanso em Deus e confiança na soberania divina Introdução da Obra No livro Ansiedade , Watchman Nee aborda um tema universal e atemporal: a inquietação do coração humano diante das circunstâncias da vida. Diferente de abordagens modernas que tratam a ansiedade apenas como fenômeno emocional ou psicológico, Nee a examina sob a ótica espiritual. Logo na introdução, o autor estabelece que a ansiedade revela um conflito interior entre fé declarada e confiança real em Deus. Para Nee, a ansiedade não surge apenas do sofrimento, mas da tentativa humana de controlar aquilo que pertence exclusivamente à soberania divina. O livro nasce do contexto pastoral do autor, fruto de aconselhamento, observação da vida cristã prática e profunda meditação bíblica. Sua escrita é direta, confrontadora e ao mesmo tempo profundamente consoladora. Es...

Discernindo os Tempos à Luz da Palavra

Imagem
  Ao longo da história bíblica, Deus sempre chamou Seu povo a olhar para os acontecimentos do mundo com discernimento espiritual. A fé nunca foi uma experiência isolada da realidade histórica, política ou cultural. Pelo contrário, a Escritura nos ensina que os fatos do mundo revelam sinais, alertas e oportunidades para compreender os tempos em que vivemos. A seção Horizonte nos convida exatamente a isso: observar o cenário global à luz da Palavra de Deus. Vivemos em uma era marcada por mudanças rápidas, crises morais, conflitos religiosos e instabilidade espiritual. Em meio a esse cenário, muitos tentam interpretar os acontecimentos apenas por lentes ideológicas ou emocionais. No entanto, a Bíblia nos orienta a adotar uma postura diferente: vigilância, sobriedade e discernimento. Não se trata de medo, mas de entendimento. A Palavra de Deus revela que a história não está fora de controle. Mesmo quando nações se levantam, ideologias se chocam e valores são relativizados, Deus cont...

O céu governa mesmo quando a terra geme

Imagem
Há momentos na vida em que os acontecimentos parecem fugir a qualquer explicação lógica. Crises irrompem sem aviso, perdas interrompem trajetórias, mudanças forçadas desmontam planos cuidadosamente construídos. Nesses momentos, somos tentados a interpretar a realidade como caos, acaso ou abandono. A fé cristã, porém, nos conduz por um caminho mais profundo e mais reverente: nada escapa ao governo de Deus. A soberania divina não é uma ideia abstrata; é uma verdade que sustenta o coração quando tudo ao redor vacila. Deus não reage à história — Ele a governa. Mesmo quando não compreendemos Seus caminhos, Ele permanece ativo, justo e sábio. Há acontecimentos que não são meros acidentes, mas atos permitidos, conduzidos ou usados por Deus para cumprir propósitos eternos que ultrapassam nossa compreensão imediata. Reconhecer isso não elimina a dor, mas redefine o sentido dela. A fé madura não nega o sofrimento, mas o submete ao trono de Deus. Quando entendemos que o Senhor continua agindo ...

Confie Mesmo Quando as Circunstâncias Não Mudam

Imagem
Há momentos na caminhada cristã em que a fé é provada não pela intensidade da dor, mas pela duração dela. Oramos, aguardamos, permanecemos fiéis — e, ainda assim, as circunstâncias parecem imutáveis. É justamente nesses períodos que o coração se cansa e o desânimo tenta se instalar de forma silenciosa. A grande tentação não é abandonar a fé de uma vez, mas permitir que ela se torne frágil, desconfiada e condicionada às respostas de Deus. A Escritura, porém, nos ensina um caminho antigo e seguro: confiar não quando tudo se resolve, mas quando nada muda. A fé bíblica nunca prometeu ausência de sofrimento, mas sempre afirmou a presença soberana de Deus em meio a ele. “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” (Sl 46:10 – ARA) não é um convite à passividade, mas ao reconhecimento de que o governo de Deus não é ameaçado pelas crises humanas. Confiar, nesse contexto, é um ato de rendição consciente. É decidir crer que Deus continua no controle mesmo quando o silêncio se prolonga, quando as porta...

Estações da Vida

Imagem
“Porque eis que passou o inverno; a chuva cessou, e se foi; aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira já deu os seus figos verdes, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.” (Ct 2:11-13) “Enquanto durar a terra não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite.” (Gn 8:22) Introdução A natureza conhece o seu tempo. Ela não discute com as estações: aprende a linguagem de cada uma e se move conforme a sabedoria do Criador. Cada período do ano carrega traços próprios e, juntos, compõem a beleza da harmonia dos contrastes. O outono sopra ventos e derrama folhas: é renovação. O inverno traz frio, chuvas e pouca luz: é retraimento. A primavera veste a terra de cores e perfume: é esperança. O verão exalta o brilho do sol e a força da luz: é plenitude. Assim também acontece conosco. A vida humana — e a vida espiritual — atravessa estações. Porém, diferentemen...

Por que o sol parou em Josué 10?

Imagem
Quando os cinco reis amorreus atacam os gibeonitas, Josué e o exército de Israel se mobilizam em defesa da aliança feita com eles. Então, algo surpreendente acontece: “O sol parou no meio do céu e não se apressou a pôr-se por quase um dia inteiro” (Josué 10:13). A princípio, pode parecer apenas um milagre cósmico para dar mais tempo à batalha. Mas, ao analisarmos o texto no hebraico bíblico, descobrimos algo ainda mais profundo: um confronto espiritual e simbólico contra os falsos deuses das nações. A palavra usada em Josué 10:13 para “parou” é דָּמַם (damam) , que pode ser traduzida como "ficar em silêncio", "ficar imóvel" ou "ficar atônito". O mesmo termo aparece em Êxodo 15:16, quando Moisés canta após a travessia do Mar Vermelho: “Pelo poder do teu braço, ficam imóveis (דָּמְמוּ) como pedra, até que passe o teu povo, ó Senhor.” Nesse cântico, o silêncio e a imobilidade são mais do que ausência de movimento — são uma expressão do terror e impotênci...

Habacuque e Zacarias: Vozes Proféticas

Imagem
  A Bíblia reúne, no Antigo Testamento, doze livros conhecidos como Profetas Menores . Dois deles se destacam por sua profundidade espiritual, intensidade poética e poder de confrontar e consolar ao mesmo tempo: Habacuque e Zacarias . Apesar de viverem em contextos distintos, ambos os profetas carregam uma mensagem que transcende o tempo: Deus governa a história, mesmo quando ela parece fora de controle. 📖 O Livro de Habacuque 1. Autor e Contexto Habacuque foi um profeta que viveu provavelmente no final do século VII a.C., durante os dias finais do Reino de Judá, pouco antes da invasão babilônica (c. 605–597 a.C.). Ao contrário de outros profetas, ele não fala diretamente ao povo, mas trava um diálogo íntimo com Deus. Seu nome, חֲבַקּוּק (Ḥavaqquq) , pode significar "abraçador" ou "aquele que luta com Deus", o que é adequado à sua postura questionadora. 2. Estrutura e Mensagem O livro é composto por apenas três capítulos , com uma estrutura singular: Cap. ...

Se Deus É o Oleiro, Por Que Lutamos Tanto?

Imagem
Introdução Em Romanos 9, Paulo nos conduz a um tema profundo: a soberania de Deus na salvação . Quando nos deparamos com a aparente rejeição de Israel e a inclusão dos gentios, podemos ser tentados a questionar os caminhos de Deus. Mas Paulo nos lembra: somos o barro, e Deus é o Oleiro . Este estudo nos convida a refletir sobre o poder, a paciência e a misericórdia de Deus, e a como devemos responder a essa verdade em nossa vida cristã.   1. Quem és tu, ó homem? (Romanos 9:20) O ser humano tende a querer entender ou até julgar os planos de Deus. Paulo confronta essa postura: somos criaturas finitas . Como em Jó 38-42 , onde Deus responde às perguntas de Jó mostrando Sua majestade. Aplicação: precisamos cultivar humildade e confiança na soberania divina. Versículo complementar: Isaías 55:8-9 — “Os meus pensamentos não são os vossos pensamentos...” 2. O direito do Oleiro (Romanos 9:21) A metáfora do Oleiro e do barro era bem conhecida no mundo judeu: Jer...

Beresheet: O Começo Como Cabeça e Propósito Divino

Imagem
A Bíblia se inicia com a frase "No princípio criou Deus os céus e a terra" (Gênesis 1:1). No entanto, essa tradução, presente na maioria das versões em inglês e português, não captura completamente o significado original do hebraico. A primeira palavra da Escritura é בְּרֵאשִׁית ( beresheet ), que literalmente significa "no cabeçalho" ou "no início de algo principal". Essa expressão vem da raiz רֹאשׁ ( rosh ), que significa "cabeça", e seu significado transcende a ideia de um simples começo cronológico. A palavra rosh é frequentemente utilizada na Bíblia para indicar liderança, primazia e direção. No contexto da criação, isso sugere que o ato de Deus não foi apenas um evento inicial no tempo, mas o estabelecimento de uma ordem inteligente e direcionada, uma estrutura com propósito e significado. Assim como a cabeça controla o corpo e dá direção às ações, a criação divina não foi um acidente cósmico, mas um projeto consciente e intencional. A ...

A Culpa que Nos Assola ao Ver Nossa Família Morrer sem Salvação

Imagem
A dor da perda de um ente querido é sempre devastadora. Mas, para aqueles que creem na eternidade e na necessidade da salvação em Cristo, a tristeza pode ser acompanhada por um peso ainda maior: a culpa. A culpa de não ter falado mais sobre Jesus, de não ter insistido mais na oração, de não ter vivido um testemunho mais forte. Esse sentimento pode nos consumir, nos paralisar e até nos afastar da esperança que temos em Deus. Como lidar com essa culpa? O que a Bíblia nos ensina sobre isso? 1. A Responsabilidade que Sentimos Como cristãos, sabemos que fomos chamados para ser luz neste mundo (Mateus 5:14-16) e que temos o dever de proclamar o Evangelho (Marcos 16:15). Quando vemos alguém próximo partir sem ter feito uma confissão de fé, somos invadidos por questionamentos: "Eu fiz o suficiente?" "Será que minha vida foi um testemunho convincente?" "Poderia ter orado mais?" Essas perguntas revelam nossa humanidade, nosso amor pelos que se foram e, muitas ve...

Como os Hebreus Comemoravam a Virada de Ano?

Imagem
Para entender como os hebreus celebravam a virada do ano, precisamos mergulhar na cultura e nos costumes do Antigo Testamento. Ao contrário das celebrações modernas, com festas e fogos de artifício, a transição do ano no calendário hebraico era marcada por reflexões espirituais, ações de graças e a busca por renovação diante de Deus. O Calendário Hebraico e a Virada do Ano O calendário hebraico é lunissolar, ou seja, combina ciclos lunares e solares para determinar os anos e meses. O início do ano civil hebraico é celebrado no mês de Tishrei (setembro/outubro), marcado pela festividade de Rosh Hashaná (literalmente, "Cabeça do Ano"). Já o ano religioso começa no mês de Nisã (março/abril), conforme indicado em Êxodo 12:2. Rosh Hashaná é a celebração mais próxima de uma "virada de ano" para os hebreus, sendo um tempo de introspecção, arrependimento e preparação para um novo ciclo. No entanto, sua essência vai além de datas; é uma oportunidade de reconciliação espi...

Rei Herodes: O Rei que Tentou Resistir ao Rei dos Reis

Imagem
Entre os personagens do nascimento de Jesus, o Rei Herodes se destaca de forma sombria. Sua reação ao nascimento do Salvador contrasta com a fé e a alegria demonstradas por outros, como os pastores e os magos. Herodes personifica aqueles que, temendo perder poder e controle, rejeitam o plano de Deus. Quem Foi Herodes? Herodes, conhecido como Herodes, o Grande, era um rei designado pelos romanos para governar a Judeia. Ele era conhecido tanto por suas impressionantes construções — como o Templo em Jerusalém — quanto por sua crueldade. Extremamente paranoico em relação à manutenção de seu poder, Herodes não hesitava em eliminar quem considerasse uma ameaça, incluindo membros de sua própria família. A Reação de Herodes ao Nascimento de Jesus Quando os magos chegaram a Jerusalém perguntando pelo "rei dos judeus" que havia nascido, Herodes ficou profundamente perturbado. Sua inquietação não era apenas política; ela revelava seu coração endurecido e sua resistência à soberania divi...

Elias, corvos e carne crua

Imagem
 Elias foi alimentado por corvos (animal imundo) que lhe traziam carne (com sangue, afinal, corvo come carne crua). Um animal impuro trazendo algo impuro? Essa pergunta nos leva a um dos episódios mais intrigantes e desafiadores da narrativa bíblica, registrado em 1 Reis 17:2-6. Naquele contexto, o profeta Elias estava fugindo da perseguição de Acabe e Jezabel após declarar a seca sobre Israel. Refugiado junto ao ribeiro de Querite, Elias foi alimentado por corvos que traziam pão e carne, uma provisão divina que desafia interpretações convencionais da Lei Mosaica. A questão central dessa narrativa envolve a tensão entre as normas de pureza cerimonial e a soberania divina. Corvos eram animais considerados impuros segundo Levítico 11:13-15, e a carne crua que eles poderiam carregar dificilmente estaria dentro das exigências da Lei quanto à remoção do sangue. Então, por que Deus escolheria um meio "imundo" para alimentar o Seu profeta? A Soberania de Deus Esse evento ressalta qu...

Contexto Isaias

Imagem
O livro de Isaías é um dos mais ricos e teologicamente significativos da Bíblia. Abrangendo mensagens de julgamento, arrependimento e restauração, ele revela a soberania de Deus sobre a história, a promessa da vinda do Messias e a redenção final. Isaías é frequentemente chamado de "Evangelho do Antigo Testamento" por causa de suas referências detalhadas à obra de salvação em Cristo. Contexto Histórico Isaías 1-39: Mensagens de julgamento e esperança no contexto do Reino de Judá. Isaías 40-55: Promessas de consolação e redenção para o exílio na Babilônia. Isaías 56-66: Esperança escatológica e a visão de novos céus e nova terra. Estrutura Geral e Principais Temas 1. Isaías 1-39: O Juízo de Deus e a Necessidade de Arrependimento A soberania de Deus sobre as nações. O julgamento contra o pecado de Judá e das nações vizinhas. A necessidade de arrependimento e retorno à aliança com Deus. A promessa do Emanuel (Isaías 7:14) e do governo messiânico (Isaías 9:6-7). A santidade de Deu...