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A Luz que Expõe as Trevas

  O Natal não é apenas uma data de alegria; ele é a chegada da Luz que expõe as trevas dentro de nós e ao nosso redor. A vinda de Cristo revela aquilo que tentamos esconder: medos, pecados, atitudes egoístas e áreas de nossa vida que resistem à transformação. Muitos gostam da ideia de Natal, das festas e tradições, mas evitam confrontar o próprio coração. A Luz que veio ao mundo confronta cada pessoa: estamos fugindo da verdade ou permitindo que ela revele nossas sombras? Essa luz não é confortável. Ela expõe hipocrisia, egoísmo, falsas prioridades e complacência espiritual. No cotidiano da igreja e da vida pessoal, percebemos como muitas vezes evitamos decisões difíceis, abandonamos hábitos que nos afastam de Deus ou escondemos atitudes que não condizem com a fé. O Natal confrontador nos desafia a refletir: o que estamos deixando fora da influência de Cristo? Que trevas permanecem sob a superfície, à espera de serem iluminadas? A Luz exige ação. Não basta reconhecer o que está ...

O Sinal da Contradição

  O nascimento de Cristo nunca foi neutro. Ele veio como sinal de contradição, dividindo corações e revelando escolhas entre aceitação e rejeição. Nem todos acolheram sua chegada; alguns resistiram, temendo perder controle, poder ou conforto. O Natal, portanto, confronta cada indivíduo e cada comunidade: onde estamos diante desse sinal? Aceitamos, resistimos ou apenas fingimos participação sem compromisso? Essa contradição se manifesta nas decisões cotidianas. Muitos professam fé, mas suas atitudes, prioridades e comportamentos mostram resistência à autoridade de Deus. O Natal, quando entendido de forma profunda, denuncia essa inconsistência. Ele provoca reflexão: estamos vivendo coerentemente ou apenas mantendo aparência religiosa? Cristo exige decisão, confronta escolhas e revela quem realmente ocupa o centro de nossas vidas. A polaridade do Natal também desafia relacionamentos. Quem segue a luz inevitavelmente contrasta com quem prefere trevas, criando tensão, divisão e, às v...

A história do Livro de Ester

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De acordo com o Livro de Ester, a festa de Purim foi criada em memória aos judeus salvos no Império Persa depois da destruição do Primeiro Templo. Haman, um ministro muito próximo do Rei Achashverosh, planejava destruir e matar todos os judeus que viviam no reino da Pérsia e roubar suas propriedades. O Rei Achashverosh concordou com o pedido e Haman escolheu o dia 13 de Adar em um sorteio (que se diz "פור" - "pur" in Hebraico, por isso o nome Purim). Este plano fracassou graças a uma série de eventos e o envolvimento de Ester e Mordechai, os judeus que executaram Haman, seus filhos e aqueles que acataram suas ordens. Na verdade, celebramos o Purim graças a sabedoria de uma mulher, a Rainha Ester da tribo de Binyamin, que se transformou na mulher mais poderosa do Império Persa (como a história de José no Egito) e frustrou a conspiração de Haman. A ORIGEM DO NOME DA FESTA "PURIM" A palavra "פור" - "pur" refere-se a uma peça d...