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SÉRIE BATALHA ESPIRITUAL — 5. O ESCUDO DA FÉ

“Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.” (Efésios 6:16) Depois de falar sobre verdade, justiça e paz, Paulo apresenta o escudo da fé. A expressão “dardos inflamados” comunica a realidade de ataques que procuram atingir o cristão com medo, dúvida, acusação, desânimo e tentação. A fé, porém, não é uma sensação permanente de segurança. É confiança em Deus fundamentada em quem Ele é e no que Ele revelou. Hebreus 11:1 apresenta a fé como certeza e convicção; portanto, ela não depende de enxergarmos antecipadamente o resultado. As “setas” podem chegar justamente quando as circunstâncias parecem contradizer as promessas de Deus. O coração pergunta: “E se Deus não agir?” A fé responde: “Ainda assim, Deus permanece fiel.” Isso não significa negar a realidade. A mulher cristã pode sentir medo, chorar, reconhecer sua fragilidade e até confessar que não compreende o que Deus está fazendo. Fé não é fingimento espiritual. É escolher perma...

Quando a Lei condena, a Graça restaura

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A tristeza e a dúvida são emoções que fazem parte da experiência humana. Muitas vezes, elas surgem quando nos confrontamos com nossas falhas e limitações. No entanto, quando refletimos sobre a relação entre a lei e a graça de Deus, podemos encontrar uma maneira de lidar com essas emoções de forma transformadora. A lei e a graça são duas forças que moldam a nossa caminhada espiritual, sendo fundamentais para entender o papel da tristeza e da dúvida na nossa vida cristã. A lei, de acordo com a Escritura, revela o padrão perfeito de Deus para a humanidade. Ela nos mostra o que é certo e errado e, ao fazer isso, destaca nossas imperfeições. Quando tentamos viver sob a lei, sem compreender sua verdadeira função, podemos nos sentir frustrados e tristes por não sermos capazes de cumprir seus mandamentos de maneira perfeita. A tristeza gerada pela lei é uma resposta natural à nossa incapacidade de alcançar o padrão divino. Ela nos lembra de que, por nossas próprias forças, jamais poderemos ser...

Quem sou eu?

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Eu me pergunto isso tantas vezes. Quem sou eu? Às vezes, olho no espelho e não reconheço a pessoa refletida. Outras vezes, fecho os olhos e sinto que sou apenas um eco distante de quem eu deveria ser. Vivo entre o medo e a coragem, entre a fé e a dúvida, entre o desejo de seguir e a vontade de desistir. Sou alguém que carrega perdas como cicatrizes invisíveis. Algumas, doloridas demais para serem tocadas. Outras, tão antigas que já se misturaram à pele. Sou feita de despedidas forçadas, de saudades de momentos que nunca existiram, de histórias interrompidas antes mesmo de começarem. E então, leio Atos 20:22-24.  “Agora, compelido pelo Espírito, estou indo para Jerusalém, sem saber o que me acontecerá ali. Sei apenas que, em todas as cidades, o Espírito Santo me avisa que prisões e sofrimentos me esperam. Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confio...