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Mostrando postagens com o rótulo oração

Resenha Livro: Jejum: Como Encontrar Respostas e se Aproximar de Deus – John Eckhardt

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Autor: John Eckhardt Publicação: década de 2000 Tema principal O jejum como disciplina espiritual e prática bíblica. Resenha John Eckhardt aborda o jejum como uma prática espiritual historicamente presente na tradição bíblica, mas frequentemente negligenciada no cristianismo moderno. O autor escreve a partir de uma perspectiva pastoral e prática, enfatizando que o jejum não é um fim em si mesmo, mas um meio de aprofundar a comunhão com Deus. O livro apresenta fundamentos bíblicos do jejum, exemplos nas Escrituras e seus propósitos espirituais, como arrependimento, discernimento, libertação e fortalecimento espiritual. Eckhardt também trata de aspectos práticos, explicando tipos de jejum e atitudes corretas durante esse período. Embora adote uma linguagem acessível, o autor mantém conexão clara com o texto bíblico. Ele alerta contra o jejum como ritual vazio ou instrumento de barganha espiritual, reforçando que o verdadeiro jejum está ligado à humildade e à busca sincera de Deus...

Resenha livro: ansiedade de Watchmann Nee

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Autoria: Watchman Nee Título original: Anxiety (compilação de mensagens) Data de publicação: Década de 1940 Tema central: Ansiedade como questão espiritual, descanso em Deus e confiança na soberania divina Introdução da Obra No livro Ansiedade , Watchman Nee aborda um tema universal e atemporal: a inquietação do coração humano diante das circunstâncias da vida. Diferente de abordagens modernas que tratam a ansiedade apenas como fenômeno emocional ou psicológico, Nee a examina sob a ótica espiritual. Logo na introdução, o autor estabelece que a ansiedade revela um conflito interior entre fé declarada e confiança real em Deus. Para Nee, a ansiedade não surge apenas do sofrimento, mas da tentativa humana de controlar aquilo que pertence exclusivamente à soberania divina. O livro nasce do contexto pastoral do autor, fruto de aconselhamento, observação da vida cristã prática e profunda meditação bíblica. Sua escrita é direta, confrontadora e ao mesmo tempo profundamente consoladora. Es...

Vigie em Tempos de Guerra

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A fé cristã nunca prometeu neutralidade. Desde o Éden até a cruz, a Escritura revela que a história humana está inserida em um conflito espiritual real, ainda que invisível aos olhos naturais. Em muitos períodos, a igreja compreendeu essa verdade com clareza; em outros, preferiu o conforto da acomodação. Vivemos dias em que a vigilância espiritual não é opcional, mas essencial. A Bíblia ensina que o mal não atua apenas de forma escancarada. Ele se infiltra por meio da distração, da desobediência sutil e da perda do temor do Senhor. Quando o povo de Deus deixa de ouvir com atenção a voz divina, passa a caminhar guiado por impressões, emoções ou conveniências. O resultado é uma fé enfraquecida, incapaz de permanecer firme no dia mau. A vida espiritual exige posicionamento. Permanecer firme nem sempre significa avançar; muitas vezes significa resistir sem ceder terreno. A armadura espiritual descrita nas Escrituras não foi dada para exibição simbólica, mas para uso diário. Verdade, jus...

Resenha livro: Prepare-se para a Guerra de Rebecca Brown

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Autoria: Rebecca Brown Data de publicação: 1987 Tema central: Guerra espiritual, vigilância cristã, autoridade espiritual e discernimento Introdução da Obra Na introdução, a autora escreve com forte senso de urgência espiritual. Ela afirma que o mundo vive um tempo de intensificação do mal e que a igreja, muitas vezes acomodada, evita encarar essa realidade. A imagem bíblica do “Vale da Decisão” (Joel 3) é usada como pano de fundo teológico para chamar o leitor à responsabilidade espiritual. O livro é apresentado como uma continuação de sua obra anterior e como um alerta direto: não existe neutralidade na guerra espiritual. Estrutura do Livro 📘 Total de capítulos: 17 capítulos + Conclusão Resumo de Cada Capítulo Capítulo 1 – Saia da Cidade! Relata o início das perseguições e ataques espirituais, destacando a necessidade de obediência imediata à direção divina. O capítulo ensina que permanecer em ambientes espiritualmente contaminados pode trazer sérias consequências. Capítulo 2 ...

Juventude com Propósito

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A juventude cristã vive em um cenário desafiador: excesso de informações, pressões emocionais, expectativas sociais, inquietações internas e um constante bombardeio de padrões que raramente refletem os valores bíblicos. No meio desse turbilhão, muitos jovens cristãos se veem divididos entre o mundo que seduz e a fé que chama. Contudo, a Palavra de Deus permanece como uma âncora segura, mostrando o caminho antigo, firme e confiável para quem deseja viver com propósito, pureza e verdade. Francis Schaeffer afirmou que a fé cristã não é uma ideia abstrata, mas uma realidade que deve ser manifestada. E isso fica ainda mais claro quando olhamos para a juventude: Deus não deseja apenas jovens que saibam versículos, mas jovens que vivam a Escritura, que carreguem em si o caráter de Cristo e que assumam, com coragem, o lugar que Deus lhes confiou nesta geração. O primeiro passo é compreender a identidade em Cristo. Em um tempo marcado pela comparação e pela busca por validação externa, o jove...

O lar que Deus edifica

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  A pressa tornou-se a marca registrada de nossa geração. Vivemos debaixo da pressão constante do tempo, como se estivéssemos sempre atrasados para algo que nunca termina. Não temos mais tempo: corremos o dia inteiro, e, no final, percebemos que o essencial ficou de lado. O trabalho, que deveria sustentar a família, acabou ocupando o lugar dela. O domingo, antes dedicado ao descanso e à convivência, passou a ser mais um dia cheio de tarefas e compromissos. O lar, que deveria ser um refúgio, transformou-se quase numa pensão: as pessoas só se encontram para dormir, cada uma vivendo em seu próprio ritmo, em sua própria solidão silenciosa. A televisão, o computador e o celular assumiram o lugar da mesa de jantar, onde antes famílias inteiras conversavam, riam, compartilhavam suas preocupações e fortaleciam vínculos. A família já não encontra tempo para estar junta. Pais e filhos habitam a mesma casa, porém vivem isolados sob o mesmo teto. Cada quarto se tornou um pequeno mundo, uma m...

Entre o Céu e a Terra: Oração Como Altar Vivo

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 A oração sempre ocupou um lugar central na espiritualidade bíblica. Para os antigos, ela não era apenas um momento devocional, mas um ato de aliança , um retorno consciente ao Deus que chama Seu povo pelo nome. Nas Escrituras, a oração está profundamente entrelaçada a uma linguagem simbólica rica, onde cada gesto e cada palavra carrega peso espiritual e teológico. No hebraico bíblico, um dos verbos mais usados para “orar” é פלל — palal , cuja raiz traz a ideia de intervir, julgar, mediar . Ou seja, quem ora se coloca diante de Deus reconhecendo que Ele é o Justo Juiz, e que cada súplica é um passo rumo ao realinhamento da vida com Sua vontade eterna. A oração, portanto, não é apenas um pedido; é um processo de discernimento e ajuste interior. Outro termo presente na Bíblia é שַׁחָה — shachah , que significa prostrar-se, curvar-se, render-se . Muitos atos de oração no Antigo Testamento envolvem esse gesto, lembrando que o corpo fala junto com a alma. Prostrar-se diante do Senhor ...

A Oração que Deus Responde

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  Ao longo da história da fé, homens e mulheres de Deus aprenderam que a oração possui camadas. Não é apenas um ato religioso, mas um caminho. Um caminho que começa na superfície e, pouco a pouco, alcança as profundezas do ser. Os antigos já discerniam que a vida espiritual amadurece à medida que nossa oração amadurece. 1. O Nível da Carne – A Superfície da Oração Este é o ponto de partida. Aqui a oração é marcada por repetições vazias, por palavras ditas sem consciência, por uma prática mecânica. Jesus chamou isso de “vãs repetições” — não porque repetir seja errado, mas porque repetir sem o coração é ausência de vida. Nesse nível, a pessoa ora porque “tem que orar”, mas sente como se não tivesse nada para dizer. É o estágio da distração constante, da pressa, da dificuldade de permanecer. A carne quer tudo pronto, fácil, rápido. Por isso, essa oração é frágil e instável. Mas mesmo aqui, Deus nos recebe como um Pai que entende a imaturidade dos filhos. É nesse nível que muit...

Meu filho é Missionário

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Uma única foto — uma mãe abraçando o filho em seu aniversário. Um gesto simples, mas carregado de significados: saudade, medo e, ao mesmo tempo, o mais puro orgulho. Orgulho de ver o filho deixar o conforto do lar para obedecer à voz de Deus, partindo com coragem, mesmo ciente de tudo o que isso custaria — para ele e para quem o ama. Pedro Viana e Matheus Viana  dedico este artigo e o plano bíblico a vocês, e também aos seus pais, Fabi e Pr. Wilson , que aprenderam a viver a fé que envia. Para acessar o plano, click neste link: https://www.bible.com/reading-plans/64379/ Quando o Chamado Não é Seu — Mas é do Seu Filho A difícil entrega dos pais de jovens missionários Há um momento na vida de alguns pais em que o coração é profundamente provado: o dia em que um filho ou uma filha chega com os olhos brilhando e diz: “Deus me chamou para ir.” Talvez seja para um outro país, um campo de missão carente, ou apenas para uma entrega integral no ministério. Para alguns pais, essa...

Saudade que ora

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Saudade é um vento, não tem forma, não tem hora, chega e arrasta o coração. Às vezes é lágrima, às vezes é silêncio, às vezes é só o vazio dos dias. Mas no secreto, ela se curva, vira oração. Não falo só de ausências humanas — falo daquela falta que o mundo não preenche, da sede que a alma não esconde, do clamor que atravessa os ossos. É saudade de Ti, Senhor. Saudade do Teu olhar que quebra medos, da Tua voz que faz o caos se calar. Quando a saudade aperta, eu não fujo dela, eu a entrego. E no altar do meu peito, ela se transforma em canto: Um canto de espera, um canto de promessa, um canto que repete como refrão eterno: “Vem depressa, Jesus… Vem, para que a saudade se dissolva na eternidade da Tua presença.”

Quando a Saudade Aperta: Um Chamado à Presença de Deus

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A saudade é um dos sentimentos mais misteriosos e profundos que o coração humano conhece. Ela não é apenas ausência, mas também lembrança; não é apenas dor, mas também memória de amor. Quem sente saudade, sente porque amou. E, de certa forma, a saudade é uma ponte: ela liga o que vivemos ao que ainda esperamos. A Bíblia não ignora esse sentimento. Pelo contrário, ela mostra que a saudade faz parte da nossa jornada espiritual. Os salmos falam da alma sedenta por Deus, Paulo escreve cartas carregadas de lembranças e lágrimas, e até o próprio Jesus, em sua promessa de voltar, responde à saudade da humanidade separada de seu Criador. Quando a saudade aperta, o coração é tentado a se afogar em tristeza. Mas o Senhor nos convida a transformar esse vazio em um altar. Ao invés de sufocar a saudade, podemos aprendê-la como um convite à oração, à intimidade e à esperança. A sede da alma O salmista declara que sua alma tem sede de Deus, como a corça anseia por águas correntes (Salmo 42:1–2)....

Como Nuvens sem Chuva: A Palavra Vazia em Provérbios 25:14

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  “Como nuvens e vento, sem chuva, assim é o homem que se gloria de dádivas que não fez.” (Provérbios 25:14 – ARA) Contexto Poético O livro de Provérbios é um compêndio de sabedoria prática de Israel, transmitida em forma de ditos curtos e imagens vívidas. Neste versículo, o sábio usa a metáfora agrícola para transmitir uma verdade moral: uma promessa não cumprida causa tanta decepção quanto uma nuvem que se levanta no horizonte, trazendo vento e expectativa de chuva, mas nada entrega. Na Palestina antiga, a chuva era um elemento de vida ou morte para a agricultura e o gado. Ver nuvens no céu e não receber a água esperada significava frustração, atraso da colheita e até fome. Assim, a figura do “homem que promete e não cumpre” é tão enganosa quanto a natureza que sinaliza bênção, mas não a concretiza. Análise no Hebraico Bíblico O texto hebraico de Provérbios 25:14 diz: נְשָׂא שָׁחַקִּים וְרוּחַ וְגֶשֶׁם אָיִן אִישׁ מִתְהַלֵּל בְּמַתַּת־שָׁקֶר (nesa shaḥaqim v’ruaḥ v’ge...

A Fé que Abre Portas

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A história de Rode, encontrada em Atos 12, é uma narrativa curta, mas extremamente rica e significativa para a fé cristã. Embora apareça apenas brevemente nas Escrituras, seu exemplo nos ensina lições profundas sobre coragem, fé, sensibilidade à voz de Deus e a importância da oração na vida da igreja primitiva. Rode é mencionada como uma jovem serva da igreja que desempenha um papel crucial na libertação de Pedro, preso pelo rei Herodes Agripa. Seu nome, que em grego significa “rosa”, reflete não apenas a delicadeza que se associa à feminilidade, mas também a força e o perfume da fé inabalável, que se espalha mesmo em tempos de crise. Contexto Histórico e Bíblico Atos 12 começa com uma perseguição intensa aos seguidores de Jesus. Herodes Agripa, motivado por ambição política e ódio ao movimento cristão, ordena a execução de Tiago, irmão de João, e a prisão de Pedro. Este período é marcado por medo, insegurança e ameaça constante de morte. A prisão de Pedro era estratégica: Herodes pre...

Caminho de Propósito

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  A caminhada cristã constantemente nos coloca diante de desafios capazes de testar nossos princípios, nossa fé e nossa disposição em viver segundo o Evangelho. É nesse contexto que o devocional diário se destaca não apenas como prática de leitura bíblica, mas como experiência transformadora. Ao abordar temas essenciais como perdão, esperança, propósito, disciplina e oração, o devocional oferece muito mais do que inspiração momentânea: ele amplia nosso olhar para o modo como Deus deseja agir em cada detalhe da vida. O exercício do perdão, por exemplo, raramente é simples, pois envolve abrir mão de mágoas e ressentimentos profundamente arraigados. Mas justamente aí está o convite de Cristo — permitir que o ato de perdoar transforme feridas em fonte de cura e restauração. Da mesma forma, a esperança cristã vai além do otimismo; ela é sustentada pela certeza da presença e fidelidade de Deus mesmo em dias incertos, acendendo uma luz inextinguível nos vales escuros da existência. O prop...

Deus Criou as Crianças: Um Caminho de Amor e Obediência

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  Deus criou cada criança de maneira única, com detalhes especiais e cheios de propósito. Desde o nascimento, Ele sonhou que os pequenos crescessem cercados de amor, guiados pela família e fortalecidos em valores que os aproximam do Seu coração. Ensinar as crianças a amar, obedecer, ser humildes e a colocar Deus em primeiro lugar é uma missão preciosa para pais, professores e líderes cristãos. Um devocional infantil é um recurso prático e carinhoso para conduzir os pequenos nesse caminho. De forma simples e criativa, ele mostra como cada atitude no dia a dia pode ser uma oportunidade de servir a Deus e viver como Jesus ensinou. Amar a Família A família é o primeiro presente que Deus dá a uma criança. É dentro de casa que ela aprende sobre cuidado, respeito e amor. Quando uma criança obedece aos pais e ajuda em casa, está colocando em prática o amor de Deus. Amar a família é o primeiro passo para compreender o que significa viver em comunhão. Ser Amigo de Deus Deus deseja ser ...

DIA DAS CRIANÇAS - 👦👧 Amigos de Deus

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Você já pensou que pode ser amigo de Deus ? Isso mesmo! A Bíblia conta a história de muitas pessoas que eram tão próximas do Senhor que Ele as chamava de amigos. E sabe o que é mais incrível? Deus também quer ser seu amigo hoje! Abraão confiou em Deus e obedeceu, mesmo sem entender tudo. Moisés falava com o Senhor como quem fala com um amigo. Davi cantava músicas lindas para adorar. Daniel não deixou de orar, mesmo quando era difícil. E o melhor de todos: Jesus nos chama de amigos e prometeu nunca nos deixar! Ser amigo de Deus significa: Confiar em Suas promessas. Conversar com Ele em oração. Louvar com alegria. Permanecer fiel em qualquer situação. Seguir Jesus todos os dias. Você pode começar hoje mesmo! Quando acordar, diga: “Bom dia, Jesus, meu melhor amigo!” . Durante o dia, fale com Ele, cante, agradeça pelas coisas boas e peça ajuda quando estiver difícil. Amar a Deus e andar com Ele é a maior aventura da vida. E sabe a melhor parte? Esse amigo nunca vai emb...

FOFOCA DISFARÇADA DE ORAÇÃO: UM FOGO QUE CONSOME A IGREJA

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  Na igreja, muitos confundem intercessão com fofoca. Usam a desculpa de um “pedido de oração” para expor vidas, revelando segredos que não deveriam sair do coração diante de Deus. Esse comportamento, longe de ser espiritualidade, é fogo consumidor que destrói ministérios, relacionamentos e até a fé de muitos. A Palavra diz que a língua é como fogo que incendeia um grande bosque (Tiago 3:5-6). Imagine alguém que passa anos construindo uma linda casa em seu ministério — tijolo por tijolo de confiança, reputação e testemunho — e, em segundos, põe tudo a perder ao acender o fósforo da fofoca. É isso que acontece quando a boca se torna instrumento de destruição. Quantos já foram feridos por línguas afiadas dentro da própria igreja? Já pensou em quantos você mesmo já feriu? Foi realmente pedido de oração ou foi fofoca mascarada de santidade? Você já refletiu que a pessoa da qual você falou mal pode se desviar, abandonar a fé e até morrer sem salvação? E se isso acontecer, o sangue de...

Vivendo sem medo

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O medo é uma força invisível que paralisa, intimida e limita o potencial que Deus colocou em cada um de nós. Ele pode se manifestar de várias formas: ansiedade, insegurança, preocupações excessivas ou até comportamentos de autoproteção exagerados. A Bíblia, porém, nos apresenta um caminho seguro para destronar o medo e viver em liberdade e coragem. O primeiro passo para superar o medo é reconhecê-lo. Ignorá-lo não faz com que desapareça; apenas o alimenta. Isaías 41:10 nos lembra: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” Reconhecer o medo é admitir nossa fragilidade e buscar a força de Deus como nosso apoio. Em seguida, precisamos entregar nossos temores a Deus. 1 Pedro 5:7 ensina: “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” Entregar o medo é confiar que o Senhor cuida de nós e nos dá paz. Esse ato de fé não significa que não sentiremos medo, ...

Entre o que eu quero e o que eu preciso fazer

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Hoje, ao reler a carta de Judas, encontrei-me refletindo profundamente sobre algo que sempre me perseguiu: a diferença entre aquilo que eu desejo fazer e aquilo que realmente preciso fazer. Judas começa sua carta revelando algo muito humano—ele queria muito escrever sobre a salvação que partilhava com seus irmãos. Essa era sua opinião, seu desejo, talvez até mesmo sua paixão do momento. Mas à medida que ele escrevia, percebeu que Deus o constrangia a falar do que era, de fato, necessário: encorajar os fiéis a lutarem pela fé que receberam. É fácil para mim listar o que passa pela minha cabeça. Minhas opiniões, vontades, preferências... tudo isso flui como um rio caudaloso dentro de mim. Sinto vontade de comentar sobre tantos temas, sair correndo para defender minhas ideias, compartilhar toda paixão que me move. Mas será que tudo o que penso, tudo o que quero precisa realmente ser dito ou feito? Judas percebeu que não. Nem eu. Com o tempo e com tropeços, entendi que há um chamado Divi...

Do Vale ao Altar

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A vida cristã é feita de jornadas. Há dias em que caminhamos por vales profundos: enfrentamos dores, perdas, medos e silêncios que parecem intermináveis. No entanto, é justamente nesses vales que Deus nos molda, prova nossa fé e nos ensina a depender unicamente d’Ele. O vale não é o fim; é parte do processo que nos conduz ao altar. O altar, na Bíblia, é o lugar de encontro com Deus, de consagração e entrega. É ali que depositamos nossas lutas, nossos sonhos e nossas lágrimas. É no altar que deixamos de lado o peso da vida e encontramos renovo para seguir adiante. Enquanto o vale nos faz olhar para nossas limitações, o altar nos faz olhar para a grandeza do Senhor. Paulo nos lembra em Romanos 12:1 que devemos apresentar nossa vida como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Essa entrega diária transforma nossos corações, renova nossa mente e nos dá forças para enfrentar os desafios de cada dia com esperança e alegria. Fortalecer-se espiritualmente significa caminhar do vale ao a...