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Antes que os portões se fechem

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A imagem dos portões é recorrente nas Escrituras. Os portões eram lugares de decisão, de juízo e de proteção. Neles se assentavam os anciãos para julgar (Rute 4:1), e através deles a cidade podia ser guardada ou exposta. Quando os portões se fechavam, nada mais entrava, nada mais saía. Era sinal de segurança, mas também de limite. Assim também é com a nossa vida diante de Deus: há um tempo em que os portões da graça estão abertos, e outro em que eles se fecharão . Jesus disse: “Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão” (Lucas 13:24). Enquanto a porta está aberta, é tempo de arrependimento, reconciliação e fé. Mas o fechamento dos portões anuncia o fim da oportunidade. A parábola das dez virgens deixa isso claro: quando o Noivo chegou, as prudentes entraram, “e fechou-se a porta” (Mateus 25:10). As néscias chegaram depois, mas ouviram a sentença terrível: “Não vos conheço” . O perigo da vida moderna é viver como se os ...

Antes que os Portões se Fechem

  A imagem dos portões é recorrente nas Escrituras. Os portões eram lugares de decisão, de juízo e de proteção. Neles se assentavam os anciãos para julgar (Rute 4:1), e através deles a cidade podia ser guardada ou exposta. Quando os portões se fechavam, nada mais entrava, nada mais saía. Era sinal de segurança, mas também de limite. Assim também é com a nossa vida diante de Deus: há um tempo em que os portões da graça estão abertos, e outro em que eles se fecharão . Jesus disse: “Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão” (Lucas 13:24). Enquanto a porta está aberta, é tempo de arrependimento, reconciliação e fé. Mas o fechamento dos portões anuncia o fim da oportunidade. A parábola das dez virgens deixa isso claro: quando o Noivo chegou, as prudentes entraram, “e fechou-se a porta” (Mateus 25:10). As néscias chegaram depois, mas ouviram a sentença terrível: “Não vos conheço” . O perigo da vida moderna é viver c...

"O Pastor Reformado" de Richard Baxter

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Richard Baxter, em sua obra "O Pastor Reformado" ( The Reformed Pastor ), oferece uma visão profunda e desafiadora sobre o papel e a responsabilidade do pastor. Este trabalho não é apenas um manual de instruções práticas, mas uma exortação apaixonada para os líderes da igreja viverem e servirem de maneira que reflita verdadeiramente o chamado de Cristo. 1. A Urgência do Ministério Pastoral Baxter enfatiza a urgência do trabalho pastoral. Ele argumenta que os pastores devem ser profundamente conscientes da importância eterna de seu chamado. A salvação das almas depende, em parte, da fidelidade e diligência do pastor em pregar o evangelho e ministrar aos membros da congregação. Ele clama por uma abordagem séria, onde o pastor não deve ser relaxado ou negligente, mas sim fervoroso e dedicado. 2. A Necessidade de Autoexame Para Baxter, um pastor reformado é aquele que está constantemente se autoexaminando. Ele acredita que os líderes espirituais devem primeiro reformar a si mesmo...