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Resenha da obra de Alceu Lorenço: Por que o evangelho é boa noticia

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 LOURENÇO, Alceu. Por que o evangelho é a boa notícia . São Paulo: Vida Nova, 2018. Por que o evangelho é a boa notícia , Alceu Lourenço apresenta uma exposição teológica clara e pastoral sobre o significado central do evangelho cristão. A obra responde à crescente confusão contemporânea em torno do termo “evangelho”, frequentemente reduzido a promessas de bem-estar, prosperidade ou realização pessoal. O autor sustenta que o evangelho é, antes de tudo, a notícia objetiva da obra redentora de Deus em Cristo em favor de pecadores. O livro desenvolve seu argumento a partir da narrativa bíblica da redenção, enfatizando categorias fundamentais como pecado, juízo, graça, cruz e justificação. Lourenço demonstra que o evangelho só é verdadeiramente “boa notícia” quando compreendido à luz da condição humana caída e da incapacidade do ser humano de se reconciliar com Deus por seus próprios méritos. Nesse sentido, a obra recupera a centralidade da cruz e da substituição penal como núcleo da...

Quando a Lei condena, a Graça restaura

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A tristeza e a dúvida são emoções que fazem parte da experiência humana. Muitas vezes, elas surgem quando nos confrontamos com nossas falhas e limitações. No entanto, quando refletimos sobre a relação entre a lei e a graça de Deus, podemos encontrar uma maneira de lidar com essas emoções de forma transformadora. A lei e a graça são duas forças que moldam a nossa caminhada espiritual, sendo fundamentais para entender o papel da tristeza e da dúvida na nossa vida cristã. A lei, de acordo com a Escritura, revela o padrão perfeito de Deus para a humanidade. Ela nos mostra o que é certo e errado e, ao fazer isso, destaca nossas imperfeições. Quando tentamos viver sob a lei, sem compreender sua verdadeira função, podemos nos sentir frustrados e tristes por não sermos capazes de cumprir seus mandamentos de maneira perfeita. A tristeza gerada pela lei é uma resposta natural à nossa incapacidade de alcançar o padrão divino. Ela nos lembra de que, por nossas próprias forças, jamais poderemos ser...