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Liderança sob prova - Quando o nosso ministério é duramente criticado

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  A liderança cristã nunca foi um caminho confortável. Desde os tempos bíblicos, servir ao povo de Deus significou caminhar sob observação constante, enfrentar incompreensões e lidar com críticas que, muitas vezes, nascem dentro da própria comunidade de fé. Ainda assim, a Escritura nunca apresentou a crítica como justificativa para abandonar o chamado, mas como parte do processo de amadurecimento espiritual. O plano bíblico “Liderança Sob Prova” , disponível na plataforma YouVersion a partir do mês de março de 2026,  nasce exatamente dessa tensão. Ele foi estruturado para confrontar tanto líderes quanto membros da igreja, conduzindo cada leitor a um exame honesto do coração diante de Deus. Não se trata de defender pessoas, cargos ou instituições, mas de resgatar uma visão bíblica, reverente e responsável sobre o chamado, a crítica e a fidelidade. Ao longo de sete dias, o plano aborda temas que a igreja contemporânea muitas vezes evita enfrentar com profundidade. O ponto de par...

Aborto: O Valor de uma Vida

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A fé cristã histórica sempre afirmou, com clareza e reverência, o valor inviolável da vida humana. Essa convicção não nasce de convenções sociais nem de consensos culturais passageiros, mas da compreensão bíblica de que a vida é dom de Deus e expressão direta de Sua vontade criadora. Quando essa verdade é preservada, a dignidade humana encontra fundamento sólido; quando é relativizada, a própria noção de justiça se enfraquece. Desde o princípio, a Escritura afirma que o ser humano existe diante de Deus como portador de valor intrínseco. A dignidade da vida não depende de idade, desenvolvimento, capacidade funcional ou reconhecimento social. Ela não é concedida por terceiros nem definida por circunstâncias, mas recebida do Criador. Por isso, a tradição cristã sempre ensinou que toda vida merece proteção, cuidado e respeito, especialmente quando se encontra em condição de maior fragilidade. O tempo presente, porém, tende a avaliar a vida a partir do critério da conveniência. Sofrimento...

Resenha Bíblia Arqueológica – Velho Testamento

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  Obra: Bíblia Arqueológica – Velho Testamento Editor geral: Claiton André Soares Editora: Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) Ano de publicação: 2014 Base textual: Almeida Revista e Atualizada (ARA) Número de livros bíblicos: 39 (correspondentes ao Antigo Testamento) Recursos adicionais: artigos arqueológicos, notas histórico-culturais, mapas, fotografias, quadros explicativos, cronologias. Apresentação geral A Bíblia Arqueológica – Velho Testamento é uma edição de estudo que integra o texto bíblico clássico da tradição protestante com dados consolidados da arqueologia do Antigo Oriente Próximo. A obra busca oferecer ao leitor uma leitura informada pelo contexto histórico, social, político e religioso no qual os textos veterotestamentários foram produzidos e transmitidos. Seu propósito é esclarecer o mundo por trás do texto, sem substituir a Escritura, mas iluminando-a a partir de evidências materiais e estudos acadêmicos reconhecidos. Estrutura e organização O vol...

Quando a adoração deixa de ser um som e passa a ser nossa vida

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 Ao longo da história da fé cristã, a adoração sempre ocupou um lugar central. No entanto, com o passar do tempo, ela foi sendo gradualmente reduzida a momentos específicos, estilos musicais ou expressões externas. A Escritura, porém, apresenta uma visão mais antiga, profunda e exigente: adoração como vida inteira oferecida a Deus. Adorar não é apenas cantar, tocar ou participar de um culto. É reconhecer, diariamente, quem Deus é, por que Ele é digno e como nossa existência deve responder a essa verdade. A adoração bíblica nasce da fé, mas não permanece apenas como crença intelectual; ela amadurece em amor obediente, reverente e sacrificial. Quando a fé se transforma em amor, o coração deixa de buscar protagonismo e aprende a viver diante de Deus com integridade. O “lugar” da adoração deixa de ser um espaço físico e passa a ser o interior do ser humano. O “tempo” da adoração deixa de ser um horário fixo e passa a ser o cotidiano. O “modo” da adoração deixa de ser performance e pa...

Vencendo a Pornografia

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 A luta contra a luxúria, em qualquer época, sempre foi mais profunda do que aparenta. Reduzi-la a um problema meramente comportamental empobrece a compreensão bíblica do ser humano e enfraquece o cuidado pastoral. A Escritura nunca tratou o pecado apenas como um ato isolado, mas como expressão de desejos desordenados, afetos mal orientados e uma vida espiritual enfraquecida. Por isso, a restauração não acontece apenas pela repressão do erro, mas pela renovação interior conduzida pelo Espírito de Deus. A tradição cristã sempre ensinou que o coração humano foi criado para desejar. O problema não é o desejo em si, mas o objeto ao qual ele se apega. Quando o desejo deixa de encontrar satisfação em Deus, passa a buscar compensações imediatas, fragmentadas e enganosas. A luxúria nasce justamente desse deslocamento: aquilo que deveria ser vivido como dom dentro da ordem criada passa a ser consumido como fuga, anestesia ou substituto da verdadeira comunhão. Do ponto de vista pastoral, é...

Resenha Primeiro o Reino: Como uma Pobre Viúva nos Ensina os Princípios da Verdadeira Adoração – Josanan Alves

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Dados editoriais Autor: Josanan Alves Editora: Casa Publicadora Brasileira Ano: 2021 Área: Teologia prática / Mordomia cristã / Espiritualidade ISBN: 978-65-89895-35-0 Número de capítulos O livro possui 21 capítulos , organizados como uma jornada devocional e formativa. Estrutura e pontos principais dos capítulos Essência x Aparência – Deus observa o coração, não a aparência externa. De Onde Vem a Essência? – A verdadeira adoração nasce da relação com Deus. Como x Quanto – O valor da oferta está na entrega, não na quantia. Olhar Padrão – O contraste entre o olhar humano e o olhar divino. Aprendendo a Pedalar – Crescimento espiritual como processo. Meu Tudo – A entrega integral da vida a Deus. Não Me Parece Justo! – Conflitos humanos diante da fidelidade. Tudo Entregarei – Renúncia e confiança total. Usa-me, Senhor! – Disponibilidade para o serviço. A Mensagem da Cruz – A cruz como centro da adoração. Conhecimento que Leva à Ação – Fé...

Piedade ou Religiosidade

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 Ao longo da história bíblica, um dos maiores conflitos espirituais não foi entre fé e incredulidade, mas entre piedade verdadeira e religiosidade formal. Jesus, no Sermão do Monte, expõe com clareza essa tensão ao confrontar práticas religiosas que, embora corretas externamente, estavam vazias de sinceridade interior. A pergunta central não é se praticamos atos espirituais, mas por que os praticamos. A religiosidade formal concentra-se na aparência. Ela valoriza rituais, linguagem correta, visibilidade e reconhecimento. É uma fé que se sustenta no olhar do outro. Já a piedade verdadeira nasce do relacionamento com Deus e se expressa mesmo quando ninguém vê. Essa distinção não é nova. Os profetas já denunciavam um povo que honrava a Deus com os lábios, mas mantinha o coração distante. Jesus não rejeita práticas como oração, jejum ou esmolas. Pelo contrário, Ele as reafirma. O problema está na motivação. Quando essas práticas se tornam instrumentos de autopromoção espiritual, perd...