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Sexo Sem Vergonha

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  Redescobrindo a sexualidade como criação de Deus, não como fonte de culpa Durante muitos anos, grande parte dos cristãos aprendeu a falar sobre sexualidade apenas através do medo, da culpa ou do silêncio. Para alguns, o corpo se tornou motivo de vergonha. Para outros, o desejo passou a ser visto quase como um inimigo espiritual. Em muitos ambientes religiosos, a pureza foi confundida com repressão, e a santidade acabou sendo apresentada como negação da própria humanidade. Mas a Bíblia começa de outra forma. Antes da queda, antes da culpa e antes do esconderijo, existe um jardim. E naquele jardim, Deus cria o corpo humano, a intimidade, o afeto e a união entre homem e mulher. O primeiro olhar de Deus para Sua criação não foi de desprezo, mas de alegria. O texto de Gênesis diz que tudo era “muito bom”. Isso inclui o corpo humano. A vergonha não nasceu com Deus. Ela aparece somente depois da queda, quando o pecado produz medo, separação e tentativa de esconderijo. O ser humano...

Perguntas Difíceis Sobre Sexo: Santidade, Corpo e Desejo na Vida Cristã

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  Falar sobre sexualidade dentro da igreja ainda provoca desconforto. Muitos cristãos cresceram ouvindo apenas proibições, advertências e silêncio. O resultado disso é uma geração que aprendeu a esconder dúvidas, lutar sozinha contra tentações e carregar culpa até mesmo diante de questões que nunca conseguiu compreender biblicamente. Enquanto isso, o mundo fala sobre sexo o tempo todo — sem filtros, sem limites e sem qualquer temor de Deus. A igreja, muitas vezes, permaneceu calada justamente onde mais precisava ensinar. A Bíblia não trata o corpo humano como algo sujo. Desde o princípio, Deus criou homem e mulher e declarou Sua criação “muito boa”. O problema nunca foi o corpo. O problema sempre foi a distorção do desejo. Quando o pecado entrou no mundo, aquilo que deveria refletir amor, aliança e intimidade passou também a carregar vergonha, egoísmo, abuso e desordem. Hoje existem perguntas que muitos cristãos têm medo de fazer: masturbação é pecado? Fantasias sexuais contamin...

Resenha Livro de Paul David Tripp: Sexo e Dinheiro

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  Livro: Sexo & Dinheiro Autor: Paul David Tripp Ano de publicação: 2013 Introdução: O autor apresenta sexo e dinheiro como áreas profundamente espirituais da vida humana. Longe de uma abordagem moralista, o livro parte do evangelho para mostrar como desejos, escolhas e prioridades nessas áreas revelam o que governa o coração. Número de capítulos: 12 capítulos Conteúdo (visão geral): A obra é dividida em duas grandes seções. Na primeira, Tripp trata da sexualidade à luz da criação, queda e redenção, abordando pureza, tentação e propósito. Na segunda, analisa o dinheiro como instrumento espiritual, discutindo consumo, contentamento, generosidade e idolatria. Em ambos os temas, o foco permanece na transformação do coração pelo evangelho. Conclusão: Sexo & Dinheiro conclui reafirmando que liberdade nessas áreas não vem do autocontrole isolado, mas da submissão contínua a Cristo. O livro chama o leitor a viver com integridade, gratidão e responsabilidade, reconhecendo Deus ...

Quando desejos bons tomam o lugar errado

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 Deus criou desejos. Eles fazem parte da estrutura humana e não são, em si mesmos, maus. O problema começa quando desejos legítimos ocupam um lugar que não lhes pertence. Quando algo criado passa a governar o coração, surge a idolatria. Ela não se manifesta apenas em práticas religiosas visíveis, mas nas escolhas diárias, nas prioridades silenciosas e nas áreas mais íntimas da vida. Duas dessas áreas revelam com clareza quem governa o interior: a sexualidade e o dinheiro. Ambas são dons de Deus, dados com propósito, limites e direção. No entanto, quando desconectadas do temor do Senhor, tornam-se fontes de escravidão. O coração passa a buscar nelas segurança, identidade e satisfação final. A sexualidade, quando retirada do seu propósito, deixa de ser expressão de aliança e passa a ser instrumento de consumo. O corpo do outro deixa de ser visto com dignidade e passa a ser tratado como meio de satisfação pessoal. Isso não acontece de forma abrupta, mas por deslocamentos sutis do co...