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Quando o acumulo de riquezas acusa

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  Introdução Na Epístola de Tiago , a fé prática alcança também o modo como lidamos com bens, posses e segurança material. Tiago não demoniza a riqueza, mas confronta a ilusão de permanência que ela pode produzir. Para isso, ele recorre a imagens simples e incisivas: a traça, a ferrugem e a corrupção . São sinais silenciosos de que aquilo em que confiamos pode estar se desfazendo sem que percebamos. A parábola da traça: corrupção silenciosa “As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas roupas, comidas de traça” (Tg 5.2, ARA ). A traça não destrói com barulho. Ela corrói no escuro. Tiago escolhe essa imagem para revelar um perigo espiritual discreto: o acúmulo que substitui a confiança em Deus . Roupas guardadas em excesso — símbolo antigo de status — tornam-se testemunhas contra o dono. O problema não é possuir, mas reter para si , ignorando a justiça e a misericórdia. Ouro e prata que enferrujam: falsa segurança “O vosso ouro e a vossa prata foram gastos de ferr...