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Graça que forma filhos

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Há uma versão domesticada do cristianismo que se tornou confortável demais. Ela fala de amor, mas evita arrependimento. Fala de acolhimento, mas silencia sobre transformação. Fala de graça, mas a transforma em permissão para continuar como sempre fomos. Essa espiritualidade diluída não confronta o pecado, não forma caráter e não sustenta ninguém no sofrimento real. A mensagem central do evangelho não é autoafirmação; é reconciliação por meio da cruz. Cristo não morreu para melhorar nossa autoestima, mas para nos libertar da escravidão do pecado e nos tornar discípulos obedientes. A graça que nos alcança é gratuita para nós, mas custou o sangue do Filho de Deus. Quando esquecemos isso, transformamos o cristianismo em um produto religioso que promete conforto sem cruz e pertencimento sem rendição. A igreja contemporânea enfrenta um desafio sério: a tentação de adaptar o evangelho às expectativas culturais. Fala-se muito sobre propósito, mas pouco sobre santidade. Exalta-se a autentici...